Porque no carnaval?
Porque consensual,
Clara e viciosamente,
Te gravei na mente,
Mas entre a etilidade dos pensamentos
Não julguei direito teus intentos
E tu, com tuas faltas,
Me fez ficar sem armas,
Desabrochando em ciúme,
Enquanto o teu perfume
Se perdia perto de outro;
E tu agora ignora os meus pedidos,
Minhas falas, meus olhares e o que sinto
Talvez tu acredites que minto.
Duas consecutivas visões,
Que acertaram as paixões,
E falas e olhares e sentimentos
E estados e posturas e moral,
Da próxima vez, por favor me lembras,
Que para evitar contendas,
Não posso te ver no Carnaval.
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