sábado, 28 de fevereiro de 2015

Bailarina

Tens a marca grafada no sorriso,
Um verdadeiro e puro paraíso,
Nos olhos, trejeitos de paz,
Nos lábios, um tom fugaz,

Nas expressões, a doçura de menina,
Na voz, a firmeza de mulher,
Coração nas sapatilhas de bailarina
E um dom de encantar, que não é qualquer,

Ímpar és, quase arquitetada, musa de poetas,
Modelada com talhadas simples e discretas,
Esculpida imagem e semelhança da perfeição

Ser alado, divino, quase encantado
Por onde passas, iluminado
Deixa o rastro

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