A vida é a arte do encontro,
De encantar-se e de encantar
De cantar, de sorrir, é ver o mar
E se alegrar pelo (re)encontro
É deixar-se envolver pelo olhar
E ver nele um paraíso
Das coisas que preciso
Pra felicidade se revelar
Buscar o bem e o melhor
Sem deixar o pior
Se achegar
É abraçar, festejar
E, sobretudo, a cada segundo
Verbalizar amar
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
domingo, 16 de novembro de 2014
Poesia jamais entregue
Bom dia,
Despertas e encanta a vida com tua beleza,
Renova a esperança do mundo com o teu olhar,
Sois o sol matinal,
A aurora, o cristal,
Raio de luz em noite de luar.
Revigora as forças e enfrenta o desafio que tens,
Se perfuma com essas flores e adoça o teu dia com os chocolates,
Tens a delicadeza da rosa e és doce como mel,
Teu rosto é aquarela a pincel,
Perfeição maior, idealizada.
Recebes com carinho esse poema,
Sou poeta pequeno e esquerdo de jeito,
De destreza sobrou-me apenas a mão que te escrevo,
Ela quer, implora e pede para discorrer muito mais
Sobre e para você,
Te clamo e prometo venerar-te mais ainda:
Me permites?
Despertas e encanta a vida com tua beleza,
Renova a esperança do mundo com o teu olhar,
Sois o sol matinal,
A aurora, o cristal,
Raio de luz em noite de luar.
Revigora as forças e enfrenta o desafio que tens,
Se perfuma com essas flores e adoça o teu dia com os chocolates,
Tens a delicadeza da rosa e és doce como mel,
Teu rosto é aquarela a pincel,
Perfeição maior, idealizada.
Recebes com carinho esse poema,
Sou poeta pequeno e esquerdo de jeito,
De destreza sobrou-me apenas a mão que te escrevo,
Ela quer, implora e pede para discorrer muito mais
Sobre e para você,
Te clamo e prometo venerar-te mais ainda:
Me permites?
quarta-feira, 28 de maio de 2014
O dia em que um sentimento gritou
Como o dia de hoje
Meu coração chora
Ela disse: seu amor foi embora
Dentro de qualquer alforje
Fiquei sem chão, sem pé, nem cabeça
Qual água de chuva na janela
Pois não sei viver sem ela
Mesmo que a não mereça
Escutei um grito vindo lá do peito
Parecia um sujeito
Que a clamar se colocava
- Eu estou aqui, por favor, olhe pra mim
Não sei viver sem você, é muito ruim
- Meu amor, falava
Meu coração chora
Ela disse: seu amor foi embora
Dentro de qualquer alforje
Fiquei sem chão, sem pé, nem cabeça
Qual água de chuva na janela
Pois não sei viver sem ela
Mesmo que a não mereça
Escutei um grito vindo lá do peito
Parecia um sujeito
Que a clamar se colocava
- Eu estou aqui, por favor, olhe pra mim
Não sei viver sem você, é muito ruim
- Meu amor, falava
quarta-feira, 23 de abril de 2014
Soneto de Espera
Soneto de Espera
Silêncio se ouviu num domingo à noite
Tua voz muda, tua cara clara, teu rosto
Santo, quase que te confesso o gosto
De ter-te perto, qual sol em zênite
Peço tempo, para me despir de algo
Quero falar-te de mim, do que sinto
Um sentimento forte surge, não minto
Conto, fantasia, deste pobre fidalgo
Por enquanto, amo-te baixinho
Como passarinho no ninho
Aprendendo a cantar
És, agora, a flor do meu sertão
Tens a chave do meu coração
Espera para abrir
segunda-feira, 14 de abril de 2014
Soneta de Idealização
Soneto
de Idealização
No céu eu te busco
Te acho e te juro
A imensidão do mundo,
Dele me apropriando
Teus olhos são luzes,
Faróis, diretrizes
Me guiam no mar
Revolto a te procurar
Seu sorriso é luz
Que a lua reluz
Na paz do teu rosto
Teu rosto é cinzel,
Aquarela à pincel,
Perfeição idealizada
domingo, 13 de abril de 2014
Jurar-te
Eu te esperava desde sempre
Quando menino, ficava na minha mente
Aquela história do país das maravilhas
A Alice me encantava, mas eu chorava
Idealizava e clamava a presença sua
Mesmo sem ter conhecimento
Minha vida era um só lamento
Pois no conto de fadas
A minha falta irrogada
Era a Ana
Quando jovem, passado alguns anos
Te procuro, como em oceanos
Minha busca foi infinda
E na vida, ainda não te encontrei
Perdido, tal batalha de rei
Só vi outras garotas, ainda não mulheres
Só quando a vida quis
Fiquei feliz
E te vi
Como por acaso, te encontro
Numa noite de luz
Um espírito te conduz até mim
Não conversamos, não nos apresentamos
Mesmo assim te venerei
Te encontrei tímida
Qual templo Ermida
Vi a paz a nos teus olhos
Quase meu aniversário
Você me deu um presente
Aquele “feliz ano novo”
Não sai da minha mente
Estava sentenciado
Te reencontrei
Mas não morrerei
Sem amar-te integralmente
No julgamento
O mar e céu foram testemunhas
Na areia da praia, nos tocamos
Tua boca tomou a decisão
Me sentenciar, não como ladrão
Mas pra andar do teu lado
Só poderia ser reencontro
Finalizando esse poema
Quero-te como tema
Para toda a eternidade
Todo meu amor
Quero jurar-te
quinta-feira, 3 de abril de 2014
Soneto de Idealização II
Soneto
de Idealização II
Observo-te em todo lugar
Todos os dias te encontro
Penso: só pode ser reencontro
Lei Divina a se conjugar
Mulher Maria, me fascina
Tens beleza natural
Que me afasta do mal
Ao sorrir como menina
Tu és sol, marco de luz
Que forte me conduz
Para você
Nas nuvens acho teu rosto
No meu peito o gosto
De querer-te perto
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